terça-feira, 30 de julho de 2013
Small news 2/ Mais novidades, a missão
This post is to ad The Book Depository, a company that sells book (duh!) and lots of other fine stuff!
As you can see, I even put an ad to their site here (not only to try and grab some coins, but because I really love their work/site).
I intend to make some future posts about the stuff I buy from there, showing things we can get with FREE SHIPPING! Yeah, that's right, even for Brazil!
So, what are you waiting for? Click the banner on this page and buy some goodies right now! We both will be very happy!
p.s.: In the future I'll post some reviews of stuff I bought from them.
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Este post é para anunciar The Book Depository, um site que vende livros (ooh!) e muitas coisas legais! Como você pode ver, atré coloquei anúncio deles aqui (quem sabe consigo umas moedas de ouro para comprar mais coisas com eles?). E o anúncio aqui é porque eu realmente gosto dessa empresa.
O mais legal é que eles enviam para o Brasil COM FRETE GRATUITO!!
Então, o que você está esperando? Clique no banner deles e compre já! Nós dois ficaremos felizes!
p.s.: no futuro, postarei resenhas de coisas compradas lá.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Mais uma pequena novidade/ Some small news
Como você já deve ter percebido pelo título, passarei a postar em inglês e português. É uma tentativa óbvia de me comunicar com mais pessoas. Vamos ver se funciona...
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As you must have noticed by now, I'll start typing in english as well as portuguese. Let's see if it works...
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As you must have noticed by now, I'll start typing in english as well as portuguese. Let's see if it works...
terça-feira, 18 de junho de 2013
A revolta dos vinte centavos
Aconteceu algo que jamais imaginei que fosse ver no Brasil: as pessoas estão se unindo para manifestar insatisfação! Logo nós, brasileiros, um povo tão acomodado!
Muitos argumentaram que os R$0,20 não justificam a revolta, que essa revolta é fruto de uma classe média mimada, etc e tal.
Percebe-se que estes não usam o transporte público e nem olham para o lado quando dirigem no amável trânsito carioca. Pois certamente veriam ônibus lotados, levando gado humano.
Não, na verdade, os vinte centavos são a gota d'água na paciência de uma povo rasgado cotidianamente com a falta de serviços de qualidades (com a exceção dos serviços coletores de impostos da mesma classe média).
E o que é mais bonito nisso tudo: os protestos ocorreram em várias cidades do Brasil e são apartidários. Imagino o temor de alguns políticos, ou a tristeza em não poder se aproveitar da situação para ganhar comercial gratuito.
E, com relação à destruição de patrimônio nas manifestações, jamais seria a favor (minha índole pacifista não o permite), mas devo reconhecer que as grandes mudanças na sociedade, infelizmente, ocorreram com violência. Pensando bem, faz até sentido: pedir para as pessoas mudarem um comportamento filho da puta com violência é mais enfático do que fazer o mesmo pedido com palavras, pelo menos para a maioria das pessoas.
Por fim, se acredito que essas manifestações vão fazer alguma diferença no sentido de mudarem as coisas? Sim e não. Pois obviamente os problemas não se resolverão magicamente, mas o recado foi dado: os vinte centavos ultrapassaram o nosso limite de tolerância!
Muitos argumentaram que os R$0,20 não justificam a revolta, que essa revolta é fruto de uma classe média mimada, etc e tal.
Percebe-se que estes não usam o transporte público e nem olham para o lado quando dirigem no amável trânsito carioca. Pois certamente veriam ônibus lotados, levando gado humano.
Não, na verdade, os vinte centavos são a gota d'água na paciência de uma povo rasgado cotidianamente com a falta de serviços de qualidades (com a exceção dos serviços coletores de impostos da mesma classe média).
E o que é mais bonito nisso tudo: os protestos ocorreram em várias cidades do Brasil e são apartidários. Imagino o temor de alguns políticos, ou a tristeza em não poder se aproveitar da situação para ganhar comercial gratuito.
E, com relação à destruição de patrimônio nas manifestações, jamais seria a favor (minha índole pacifista não o permite), mas devo reconhecer que as grandes mudanças na sociedade, infelizmente, ocorreram com violência. Pensando bem, faz até sentido: pedir para as pessoas mudarem um comportamento filho da puta com violência é mais enfático do que fazer o mesmo pedido com palavras, pelo menos para a maioria das pessoas.
Por fim, se acredito que essas manifestações vão fazer alguma diferença no sentido de mudarem as coisas? Sim e não. Pois obviamente os problemas não se resolverão magicamente, mas o recado foi dado: os vinte centavos ultrapassaram o nosso limite de tolerância!
terça-feira, 4 de junho de 2013
Pathfinder!!
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| Isso é um DM! |
Outra coisa a qual tentei me adaptar (e não consegui) foi a 4ªed. do D&D. Ainda tenho uma campanha em andamento, não joguei muitas partidas, mas sinto que estou em ritmo de despedida. Fecharemos as campanhas e partiremos para outro sistema. Não sei explicar melhor: o jogo me parece estéril, não gera frutos.
Daí vem a pergunta óbvia: qual versão jogar?
Temos muitas opções: D&D original (ainda me lembro de certos detalhes, como o valor de xp de alguns monstros), 3ªed (muito divertida, mas um porre nas contas e níveis avançados) e, pesquisando por aí, encontrei o Pathfinder (que, basicamente, é a 3.5ª ed(?!). revisada.
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| Livro lindo! |
O Dungeon original é o mais fácil para mim e ainda tenho vontade de rejogá-lo algum dia. Sim, com regras caseiras, mas não é o que sempre fiz? Sempre permiti multi-classe, elfo, anão e halfling não eram classe, 0HP nunca foi morte instantânea, ignorei (mas essa vale para qualquer dungeon que narrei) cálculos de peso etc...
Mas vou deixar passar. Nada de D&D original por hora.
Deixo de considerar a 3ª ed. só em pensar nos enormes blocos de estatísticas dos npc...
Resolvi tentar o Pathfinder. O livro chegou recentemente e estou folheando-o. E é um porrolho: mais de 500 páginas, quase tão completo quanto o Rules Cyclopedia, faltam os monstros...
Tem cara de D&D, cheira a D&D e, vendo o que os autores fazem em termos de suplementos e aventuras lançadas, parece muito legal. Mas, primeiramente, vou fechar as campanhas em andamento. Se aprendi algo de útil a compartilhar com os mestres por aí é: nunca comece uma campanha sem ter terminado as anteriores. De cabeça, me lembro de ter 4 campanhas em "andamento", algumas já abertas há alguns anos e ainda sinto que falta terminá-las. Detalhe, todas no mesmo cenário (Mystara) e, mais ou menos, por volta da mesma era cronológica!
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| Vamos ver no que vai dar! |
domingo, 26 de maio de 2013
Hitman Absolution
A assinatura da psn+UK é algo de que não me arrependo, mesmo quando sai um jogo que, para meu gosto, é ruim.
Tentei gostar do jogo, tentei jogá-lo como um puzzle de ação, mas não consigo. O jogo é ambicioso demais e não consegue entregar a experiência prometida. Desde pequenos detalhes como bolas de aniversário que não estouram quando facas são arremessadas nelas, ou inimigos infinitos (isso é o pior); o jogo simplesmente não decolou para mim. Cheguei na fase do orfanato, 3ª ou 4ª e deletei o assassino.
O início foi promissor, anunciando diversão e um bom tempo, mas, rapidamente, tornou-se uma experiência repetitiva e punitiva.
Por fim, reafirmo: a psn+ é válida. Esse era um dos jogos que, possivelmente, eu iria comprar. Agora, fica na minha conta caso eu tenha uma recaída e queira fechar a história do assassino com código de barras.
Tentei gostar do jogo, tentei jogá-lo como um puzzle de ação, mas não consigo. O jogo é ambicioso demais e não consegue entregar a experiência prometida. Desde pequenos detalhes como bolas de aniversário que não estouram quando facas são arremessadas nelas, ou inimigos infinitos (isso é o pior); o jogo simplesmente não decolou para mim. Cheguei na fase do orfanato, 3ª ou 4ª e deletei o assassino.
O início foi promissor, anunciando diversão e um bom tempo, mas, rapidamente, tornou-se uma experiência repetitiva e punitiva.
Por fim, reafirmo: a psn+ é válida. Esse era um dos jogos que, possivelmente, eu iria comprar. Agora, fica na minha conta caso eu tenha uma recaída e queira fechar a história do assassino com código de barras.
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